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Orações
CREDO SATÂNICO
Creio em um só senhor: Satã o todo poderoso,
Criador da justiça e da vingança.
Creio em um só senhor: Lúcifer,
Anjo temido até mesmo por Deus,
desde antes de todos os séculos,
Satã, Belial, Lúcifer e Leviatã.
Temidos e respeitados pelo mesmo Deus por quem foram condenados,
Que com seu poder e convicções lutaram contra o céu,
E por obra de seu convencimento criou legiões e armou seus exércitos,
Perderam e foram condenados,
Mas resucitaram com mais poder para matar o Deus pai,
E agora verão a glória
Para matar pastores e ovelhas e este reino terá seu fim.
Creio no Anticristo,
Senhor dotado com o conhecimento oculto,
Que procedeu das milhões de legiões
Recebeu o mesmo temor e vitórias
E que falou com os falsos profetas.
Creio na igreja de Satã que é sábia, poderosa e respeitada,
Confesso que há um único batismo para se receber de Satã.
Espero a ressurreição de nossos exércitos
E a batalha final contra o céu
Ave Satã!
In Nomine Dei Nostri Satanas Luciferi
Litania a Satã
Ó Tu, o mais sábio dos Anjos e o mais belo! Ó Deus traído pela sorte, não abandones teu filho!
Príncipe do desterro, com quem o senhor foi injusto, ativo sempre venceste, ergue-te mais robusto;
Tu, oculto sabedor e rei das coisas subterrâneas, familiar curador das angustias momentâneas;
Tu que até os leprosos e os malditos párias, dás o Paraíso nostalgia solitárias;
Tu que da a morte, a tua velha e parca amante, suscitas a esperança, essa tão louca bacante;
Tu que dá aos réus esse olhar sereno e abres a cena em volta do cadafalso que o povo condena;
Tu que conheces as terras em cujas as fendas sinuosas o Deus zeloso oculta as pedras preciosas;
Tu cujo o olhar penetra nos profundos arsenais onde dorme o sumptuoso povo dos metais;
Tu cuja larga mão esconde terríveis precipícios, ao sonâmbulo errante, ao longo dos edifícios;
Tu que magicamente aligeiras os ébrios charlatães, míseros entes a quem, de noite, latem os cães;
Tu que consolas o fraco quando, de chofre, nos ensinas a misturar salitre com enxofre;
Tu que pões tua marca, ó cúmplice subtil! sobre adura fronte de Crésus torpe e vil;
Tu que das às criaturas de vagas fantasias, o culto aos farrapos e o amor as agonias;
Bastão dos exilados, lâmpada dos inventores, confessor dos réus e dos conspiradores;
Pai adotivo dos filhos que a cólera de Adonay do Paraíso terrestre os arranjou Deus Pai!;